KAILUNA KONA
De cada atitude razão nova ao nosso pensar
KAILUNA KONA
KAILUNA KONA
Kailuna Kona – The Big Island.
O nome parece imponente sim, mas maior do que ele é quem dá a ele vida, que não é outra senão nossa adorável Sandrinha anfitriã dos peixes Ré, Mi, Si soltos e serelepes nas Ilhas do Havaí.
Momento de partir, mas quem disse que esses peixes querem ir embora?
Sandrinha então traz três daqueles calorosos colares havaianos, muito parecidos com os usados no carnaval brasileiro, com várias e coloridas flores. Para qualquer um isso já representaria enorme problema, posto não haver na anatomia dos peixes, pescoço para sustentar colares. Só que os colares são, na verdade, espécie de adesivos então tatuados nos peixes, como se colares fossem. Sandrinha previne que com o tempo irão apagar, até porque ninguém fica com colar havaiano pendurado para sempre.
Ao se despedirem das Ilhas do Havaí, peixes percebem e mostram por intermédio da Sandrinha o que levam de Kailuna Kona:
Todo querer é criativo e por isso capaz de dar ao corpo até mesmo o que ele aparenta não ter como sustentar.
O nome parece imponente sim, mas maior do que ele é quem dá a ele vida, que não é outra senão nossa adorável Sandrinha anfitriã dos peixes Ré, Mi, Si soltos e serelepes nas Ilhas do Havaí.
Momento de partir, mas quem disse que esses peixes querem ir embora?
Sandrinha então traz três daqueles calorosos colares havaianos, muito parecidos com os usados no carnaval brasileiro, com várias e coloridas flores. Para qualquer um isso já representaria enorme problema, posto não haver na anatomia dos peixes, pescoço para sustentar colares. Só que os colares são, na verdade, espécie de adesivos então tatuados nos peixes, como se colares fossem. Sandrinha previne que com o tempo irão apagar, até porque ninguém fica com colar havaiano pendurado para sempre.
Ao se despedirem das Ilhas do Havaí, peixes percebem e mostram por intermédio da Sandrinha o que levam de Kailuna Kona:
Todo querer é criativo e por isso capaz de dar ao corpo até mesmo o que ele aparenta não ter como sustentar.
Belo Horizonte, 15 fevereiro 2007
4 comentários:
Eu não ía querer ir embora do Havaí tão cedo!!!!!
Beijos
Que lindo!!!!
Beijos para Sandrinha, beijos para os peixinhos e beijos para o Cadinho!
E eu então?! Acho que ficava 1 ano por lá! Mas tudo um dia tem que passar, não é? Ou podemos deixar de dar tanto valor...
Bjinhos
Que vida boa, hein! Seus peixes com certeza estão se sentindo muito bem lá no Havaí... E quem não se sentiria!
Ah! Foi muito criativo o truque do adesivo!
Passe lá no meu blog e deixe seu comentário!!!
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