Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

domingo, 15 de dezembro de 2013

CONSULTA ESPETACULAR

SÉRIE XAMÃ
dos Folhetos Cadinho RoCo
CONSULTA ESPETACULAR
     É sempre muito bom conversar com o médico veterinário e amigo Amaury que entende muito e gosta dos cães.
     Após passar por minucioso exame Xamã foi alvo de sucessivos elogios, é um Pastor Alemão saudável com possibilidade de porte avantajado, reflexo espetacular, estatura ótima para sua idade, anatomia das orelhas bem definida e por aí vai.
     Amaury é desses veterinários que dialoga, que explica e que dá dicas típicas da raça do cão. Valoriza a ação preventiva e, em seguindo recomendações ditadas por ele tudo estará num processo de evolução exitoso.
Belo Horizonte, 15 dezembro 2013
CONVERSA SOLTA
     Foram muitos os acontecimentos que marcaram a permanência de boa parte da vida da baronesa em Santa Luzia. Para ela, o grande significado de tudo que fez está na afinidade com as pessoas que fizeram e continuam fazendo a história de Santa Luzia.
     De sua vida abastada, a percepção do quanto sempre foi importante repartir, partilhar e permitir o avanço de sua felicidade em forma de efetivas participações. Se recebia convite para ser madrinha deste ou daquele casamento, procurava em primeiro lugar detectar as necessidades do casal. Se necessário, presenteava-os com casas mobiliadas e munidas de toda estrutura básica para ser habitada. Com relação a seus criados, não prescindia do respeito digno a todo ser humano. O que inclusive culminou no depoimento da velha Isabel, que foi escrava da baronesa e que disse ter só conhecido a escravidão, depois de alforriada. Enquanto serviu à baronesa de Santa Luzia, Isabel disse não ter conhecido faltas nem privações.
     Mas enquanto comento sobre a velha Isabel, a Baronesa Alexandrina não esconde alguma timidez completada por espécie de emoção, que também poderá ser saudade.

Belo Horizonte, 16 novembro 2002

4 comentários:

maria claudete ferreira herculano batista disse...

No amor,se identificam o Veterinário e a Baroneza,nao importa a quem se dar compreensão e afeto.Abraço Cadinho.

Dorli disse...

Oi amigo,
O amor e a benevolência não escolhe classe social. Existem pessoas boas e más em qualquer uma das duas.
Gostei da sua crônica do veterinário apaixonado pela sua profissão e a bondade intrínseca da Baronesa.
Obrigada
Lua Singular

Célia Rangel disse...

Dois comentários que se complementam: - o amor aos animais, tido irracionais; e o amor aos animais racionais... Louvável!
Abraço.

Laura Santos disse...

Adoro essa expressão: "e por aí vai"!...:-)
Soa talvez a uma certa estranheza pensar que uma escrava só conheceu a escravidão depois de alforriada, o que demonstra que quem tem uma condição à partida geralmente a aceita e a ela se habitua especialmente se for tratado com bondade.
Quanto ao Xamã, que é lindo de morrer, merece também ser bem tratado e ter esse veterinário fantástico.
xx