Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

DECIFRAÇÕES



SÉRIE XAMÃ
FOLHETOS CADINHO ROCO
DECIFRAÇÕES
     Os problemas existem e caso queira eles podem proliferar de maneira espantosa.
     João da Barra diz caber a nós comensurar o tamanho de cada problema. Isso porque independente da existência dos problemas, quem confere medida deles somos nós que então passamos a assumir posição de quem irá solucioná-los.
     Somos a solução dos nossos problemas.
     Xamã arregala olhos diante do que afirma João da Barra enquanto penso comigo se cão consegue mesmo entender o que vem a ser um problema. Nesse instante pergunto para mim mesmo o que de fato vem a ser problema (?). O que significa solução?
     Entre perguntas e respostas, eis que a vida passa em busca de suas próprias decifrações.
Belo Horizonte, 22 agosto 2014
FUGINDO DA SOLIDÃO
     Se ser cristão já não é fácil, imagine ser católico. Ter toda consciência de nossas mais surpreendentes fraquezas sem ter como, em tantos casos, esquivar-se delas. Aí surge o pecado. Do pecado, o propósito do perdão, a penitência do arrependimento antes imposto a nós, por nós mesmos.
     Mas, existem sim as compensações que são fartas e agentes de incontidas alegrias. Há sim uma sincera e profunda felicidade em ser católico. Há sim a necessidade de cultivo constante e muita atenção para que possamos experimentar o grande sentido católico no viver de nossas vidas. Há uma eterna motivação capaz de ampliar o próprio sentido da entrega e do amor no viver exposto a tantos outros seres.
     A beleza encanto daquela mulher torna-se ainda mais exuberante quando, pelo poder de Deus, seu estar agir atinge esta pura ânsia do querer estar junto presente em seu mundo de tantos outros seres. Sopra adolescência no viver que então percebe ser tudo tão possível ao termo do divino amor que simplesmente rejeita resiste ao que estampa solidão.
     Se ser católico não é fácil, difícil mesmo é não estar com Deus na vida que vivemos.
Belo Horizonte, 13 abril 2005   

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