Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

QUEM VAI QUERER?



Assumo meu grito de venda

QUEM VAI QUERER?

Problema surge todo dia e por isso é que devemos estar na busca da solução de cada dia.

Camisetas e painéis, preços bons, pinturas personalizadas e feitas com muito amor e carinho. Quem vai querer? É que preciso vender ganhar dinheiro e dar vida digna ao corpo que carrego com seus transtornos e carências.

Folhetos Cadinho RoCo, criados para distribuição gratuita, proposta de boa leitura. Ótimo produto para divulgar empresas e serviços com esquema de negociação saudável, oportuno e diferente de tudo que é ofertado por aí. Quem vai querer?

Anunciar nos Folhetos Cadinho RoCo é sair do lugar comum e aproveitar forte poder de penetração em cidades, distritos e bairros, condomínios e clubes. Tem ainda o Blog Cadinho com publicações diárias e freqüência de qualidade comprovada.

Quem vai querer?

Belo Horizonte, 30 setembro 2009

GRAÇA DE SER

Tenho a graça de estar aqui e em alguns tantos outros lugares. Minha presença faz-se pelo querer palpitar de quem acolhe meu ser em seu coração.

Tenho em meus olhos a fidelidade do olhar refletido por meu cão Aleph e por muitos outros que sequer consigo enxergar.

Tenho a força do dizer em leitura, palavras que daqui partem em busca encontro de outras.

Estou sim no que fui sou serei o que não sei, em confiança plena no que está para ser vivido por meu viver.

Belo Horizonte, 05 Dezembro 2007

terça-feira, 29 de setembro de 2009

NECESSIDADE

Quando a vida cobra...

NECESSIDADE

Se eu já tinha a necessidade de vender camisetas, painéis e patrocínio dos Folhetos Cadinho RoCo e do Blog Cadinho, agora eis que tenho mais ainda. Isto porque a necessidade cresce com o passar do tempo e envelhecer exige tratamento implacável. Surgem as questões da saúde e o momento que já não permite que essa ou aquela intervenção seja adiada.

Tenho miopia avançada e por isso é que sou visitado pela catarata, considerada precoce, que já compromete visão de um dos meus olhos. O processo de correção é a cirurgia que exige de mim recurso que preciso buscar no que tenho a oferecer.

Belo Horizonte, 29 setembro 2009

SUTILEZA DOS DESAFIOS

Se cada um de nós tem um tamanho, natural que um seja maior que outro. Lembro-me então de certo professor lá dos tempos do colégio, que insistia em distinguir o ser grande, do ser comprido. Nunca ninguém falou-me de maneira tão enfática quanto a essa evidência.

Hoje valoriza-se muito o corpo, dando a ele virtudes que vão além do que de fato representam. Se insistirmos em medir a força humana só por sua referência física, não teremos como escapar do engano. Há de se distinguir a pessoa forte, daquela que tem força humana em sutilezas que estão sempre a desafiar a nossa compreensão.

Belo Horizonte, 29 novembro 2007

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

MISTÉRIO

Fico impressionado com a resistência de Belo Horizonte em patrocinar os Folhetos Cadinho RoCo

MISTÉRIO

É sempre difícil convencer alguém daquilo que é do seu desconhecimento. Mas não é difícil entender que pela participação conseguimos avançar naquilo que buscamos, fazemos e pretendemos.

A vinda do patrocínio para os Folhetos Cadinho RoCo é pura e simples questão de tempo porque os folhetos existem e circulam até por onde não imaginamos.

Agora recebo a notícia de que existem Folhetos Cadinho RoCo remetidos para Fortaleza, no Ceará. E tenho ainda outra informação, a ser confirmada, da possibilidade de seguirem folhetos para Recife, Pernambuco.

Tudo isso traz a mim motivo para natural inconformismo quando não consigo sensibilizar ninguém da cidade onde nasci e vivo, que é Belo Horizonte. A causa disso para mim continua na dimensão do mistério.

Belo Horizonte, 28 setembro 2009

POSSÍVEL

Dias cansados pelo muito que fazer. Depois a necessidade do descanso, sono que vem forte pesado.

Sonhar sonhei, mas nem sei que sonho tive. Aliás, sonhar é o que mais tenho feito, já que a realidade insiste em ser pedra tão dura. Mas até penso que já aprendi a conviver com isso. Aí sonho no que posso não posso e brinco de possibilitar em mim o impossível que nem chega a ser tão impossível assim.

Belo Horizonte, 26 novembro 2007