Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ZECA E MARIQUINHA

Mais proeza da Fazenda Tornas
ZECA E MARIQUINHA
NO céu da Fazenda Tornas a amplitude de espaço que denuncia ruído de motor, é helicóptero que aparece lá no horizonte.
No início da tarde da Fazenda Tornas a chegada de Margareth, Zélia e sua neta Nicole, elas vindas de Lagoa Santa, agora santificadas pelo astral desse lugar magistral.
Conversa na descontração de Zeca e Mariquinha, casal de papagaios em total descontração que deixa gaiola das aves com porta aberta sem nenhum problema. Sinal do quanto há de liberdade na Fazenda Tornas que tem missão de, pela primeira vez, fazer com que Nicole monte em um cavalo.
Belo Horizonte, 17 favereiro 2012
EDITE
Para João da Barra o importante bom mesmo é estarmos sempre com pensamento positivo e atentos ao que de bom surge porque de ruindade mundo está cheio lotado. Por isso, quando em meio à confusão, o melhor é tratar de simplificar, de preferência levar situação para o engraçado da coisa.
Tudo isso porque intrigado cheguei pra João da Barra e lamentei sobre engano que cometi quando entendi ser a Edite Elizete. De onde que lugar tirei isso? Nem Bernadete nem Odete, nem Elizabete nem Elizete. Nome nosso é sempre um e nome dela é Edite e fim de prosa.
João da Barra ri e diz que por mais que queiramos nunca deixaremos de ser o que somos.
Grussaí, 12 março 2010

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

DIA ACORDADO

No acordar da fazenda mundo é todo outro

DIA ACORDADO

Leite claro quente espumante saído da vaca no amanhecer do dia que provoca mugido no curral da Fazenda Tornas. Cachorrada passeia por perto, Sarita que é a cadela mais velha, Criola que se engraçou com Violão, cão americano, ninhada de dez filhotes, isso sim que é cruzada.

Acordar na Fazenda Tornas é sentir a natureza presente em tudo que vem tão logo se abre a janela de madeira avistando ali mamoeiro e limoeiro repletos de frutos.

Terra boa, terra fértil, no céu jeito de chuva na nuvem que nem por isso deixa de permitir que luz do sol atravesse e venha esbarrar no rosto ainda sonolento.

Dia de muito por fazer, mais tarde cavalgada pelas encostas da Fazenda Tornas.

Belo Horizonte, 16 fevereiro 2012

BOM OBSERVAR

Em um país regido pela mentira é natural que tenhamos, a cada dia que passa, dizer do dito pelo não dito, ou buscar compreensão na contradição de discursos pra lá de desencontrados.

A questão da distribuição dos royalties do petróleo para os municípios brasileiros produtores desse tão cobiçado produto, passa a servir como importante tema a mostrar com enorme evidência o tamanho da incompetência de tantos políticos a ocuparem cargos de extrema importância país afora.

João da Barra, de maneira incansável, atenta para importância do que precisa ser muito bem observado por todos nós.

Diga-me com quem andas e te direi quem é. Ditado mais que oportuno para o momento político que estamos nele, em ano eleitoral a nos expor alianças que acontecem de maneira até surpreendente. Razão para que observemos bem, até para que depois não fiquemos a dizer que fomos traídos ou enganados.

A situação é clara e até fácil de ser notada diante de tanto descaramento que somos forçados a testemunhar diariamente. Há informação demais para que saibamos distinguir quem é quem em meio a tudo que acontece por aí.

Belo Horizonte, 24 março 2010

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

FAZENDA TORNAS

Cada lugar tem lá sua essência, seu segredo
FAZENDA TORNAS
Sonhei que fui estar com Presidente do Congresso Nacional pra discutir possibilidade de patrocínio para o que faço escrevo crio. Ao invés disso, estava na Fazenda Tornas, no município de Leandro Ferreira, salvo engano centro oeste mineiro.
Acordei na paz encanto ambiente da fazenda do Walter que é da Geny, que é encantada com a fazenda onde existe nascente do Córrego Tornas que dá nome à propriedade com natureza belíssima. Da sede, piscina e logo adiante o lago de baixo, do meio e o outro que é o de cima próximo a outra casa construída assim numa elevação pra lá de aconchegante. Paisagem emoldurada pelo Rio Pará que parece brincar com a luz do sol que denuncia tonalidade variada de vegetação distante.
Sonhei que estava longe enquanto estava dentro de verdadeiro sonho que é a Fazenda Tornas em forma de paraíso.
Belo Horizonte, 15 fevereiro 2012
CEDAQUI
Depois de informado fui à banca de revistas no centro da sede de São João da Barra, próximo à Câmara Municipal e adquiri o livro: Cedaqui, o Anarquista – Crônicas Novas e Antigas. Autor, Célio Aquino.
Não conhecia o autor, gostei do que li e como acontece com todo livro que se preza, eis que deparei com referências por demais interessantes com relação a São João da Barra. O autor, que já não é nenhuma criança, alerta e mostra elementos que dão conta da cultura de São João da Barra que deve e até precisa de ser valorizada e devidamente preservada.
João da Barra sentiu-se por demais confortado com posicionamentos assumidos pelo Célio Aquino que de alguma maneira até funcionam como pertinente lembrança para que todos nós, sanjoanenses ou não, respeitemos esse lugar que tem, além de muita história, população merecedora de toda atenção.
Cedaqui... é um livro que precisa de ser lido por quem se interessa por São João da Barra.
Belo Horizonte, 25 fevereiro 2010

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PROPOSTA DE CRESCIMENTO

Nascemos para crescer

PROPOSTA DE CRESCIMENTO

Todo empenho em ousar com o que poderá vir a ser, salvo engano, o primeiro semanário de São João da Barra-SJDB, tem uma razão de ser ida muito além vaidade. Refiro-me à percepção do quanto é importante um município de pequeno porte não ficar pura e simplesmente exposto à informação vinda de fora. Mas isso também não se limita a mera ocupação de espaço e sim a uma atitude de valorização que devemos dar antes a nós mesmos e ao lugar onde habitamos, vivemos, trocamos experiências, cuidamos da nossa sobrevivência e por aí vai.

Dar a SJDB a oportunidade de ter um semanário, ainda que não seja jornal ou revista com forte cunho jornalístico, é dar ao município acesso a crescimento que não se limita ao aspecto saudável da coisa por estender-se ao que inserido está à nossa natureza, que é o ímpeto em fazer com que sejamos reconhecidos pelo que fazemos, pelo que criamos e pelo que cultivamos.

Os Folhetos Cadinho RoCo ao proporem intensa investigação sobre a vocação cultural de SJDB, nas entrelinhas age é pela inquietação e evolução da criatividade de todos nós.

Belo Horizonte, 14 fevereiro 2012

DÁ PRA ACREDITAR?

Dá pra acreditar no mentiroso? Esta é a pergunta que fica no ar e na esperança de São João da Barra, que entre outros municípios do Estado do Rio de Janeiro coloca-se apreensivo depois que a Câmara dos Deputados aprovou a emenda parlamentar que propõe pulverização para todos os Estados e Municípios brasileiros percentual em dinheiro hoje destinado aos municípios onde acontece a exploração do petróleo.

Nem faz tanto tempo João da Barra alertou para o perigo de São João da Barra perder tal arrecadação. Motivo a mais para que a receita municipal mereça meticuloso tratamento que possa inclusive servir como argumento para justificar necessidade de se ter tal recurso nos cofres do município.

Agora, a questão torna-se mais delicada e surge a esperança de um prometido veto presidencial, caso a emenda parlamentar também passe pelo Senado da República. É quando João da Barra pergunta se dá para acreditar num processo de reversão em meio a tanto discurso mentiroso que a todo instante surge por esse nosso Brasil.

Grussaí, 15 março 2010

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SEMANÁRIO SANJOANENSE

Se não houver determinação o que já é difícil fica dificílimo.
SEMANÁRIO SANJOANENSE
A ideia não é de hoje, bem como a intenção que continua viva em mim de dedicar Folhetos Cadinho RoCo-FCR a São João da Barra-SJDB.
João da Barra considera a ideia pra lá de oportuna e Batistão abre perspectiva de fazer com que os FCR sejam único semanário de SJDB. Mas tudo isso necessita de suporte financeiro que poderá ou não surgir de SJDB. O município, por se esparramar em seis distritos e não sei quantos povoados pede trabalho arrojado de distribuição, porque sem essa distribuição todo trabalho fica, digamos, meio que inibido demais.
Leandro Ferreira 13 fevereiro 2012
DESPOIS DA FESTA
Depois da festa o cansaço, o descanso, a sensação da lembrança acordada para o dito vivido.
Depois da festa, o suceder de todas as coisas, o trabalho, as obrigações do cotidiano, as cobranças e ofertas, os problemas e soluções. Pensamentos deslocados para questões outras porque a festa acabou e agora é hora de fazer o que há para ser feito.
Belo Horizonte, 18 fevereiro 2010

domingo, 12 de fevereiro de 2012

SOBREVIVÊNCIA

Não dá confundir o que quer ir com o que carrega
SOBREVIVÊNCIA
Todo empenho em avançar com Projeto João da Barra-PJDB brota do querer estar à beira do mar e mais que isso, estar em ação que atue em favor do ser humano e da preservação da sua cultura e do seu estar no mundo. Mas, é a tal coisa; os Folhetos Cadinho RoCo-FCR não podem ficar atrelados à intenção de um projeto, porque senão passam a comprometer sua própria sobrevivência. O que vale dizer que sem os FCR, não dá pra avançar com o PJDB.
Belo Horizonte, 12 fevereiro 2012
PRECISO SER
No pega larga da vida a necessidade de ser alguém e de estar no ganha e perde de cada dia.
João da Barra solto na praia é ser que tem o carisma da liberdade a solta-lo sempre e cada vez mais por mundo outro de sentidos e sensações.
Mas, cá onde estou a necessidade grita cobrando do meu jeito gesto de vendedor.
É painel pintado a óleo, tela de 15x15cm, preço que para qualquer comerciante mais ou menos esperto é investimento a gerar lucro certo. Basta formalizar proposta e ficar com pequeno lote de peças e pronto, negócio fechado.
Para quem gosta de colecionar, momento melhor não há.
João da Barra admira e diz que para ser é preciso ser.
Belo Horizonte, 16 fevereiro 2010

sábado, 11 de fevereiro de 2012

FAÇANHA DOS FOLHETOS

Com o passar do tempo vamos aprendendo a cuidar bem do que conduzimos
FAÇANHA DOS FOLHETOS
Toda existência dos Folhetos Cadinho RoCo-FCR é marcada por façanhas memoráveis. Elogios, comentários, posicionamentos, sugestões e até respostas apaixonadas surgiram e surgem com relação aos folhetos e personagens que habitam em seus textos. A própria existência do João da Barra é motive de relatos encantados com seu modo de ser e estar no mundo. Não menos famoso torna-se o Batistão que com o seu pragmatismo leva leitores(as) a conclusões tão extravagantes quanto cativantes.
Os FCR por isso mesmo fazem por merecer tratamento comercial mais arrojado e não menos pertinente ao que eles oferecm.
Belo Horizonte, 11 fevereiro 2012
CERTEZA DO AMOR
Não há porque sermos indolentes ou persistentes ao que nos incomoda e sim acessíveis e competentes no sentido de buscarmos meios para que os incômodos sejam afastados.
Não há porque aceitarmos e admitirmos procedimento de submissão motivado por interesses que de maneira sombria nutrimos em nós mesmos. A submissão, no mais das vezes, denuncia a camuflagem de atitudes encerradas em perversas consequências. E ainda que sejam estimuladas discussões e discordâncias com propósito de proteger a submissão, ainda assim estará esse agir nos remetendo a terrível retrocesso.
Se bem soubermos perceber o amor que está sempre ao nosso dispor saberemos, com impressionante simplicidade, agir em favor de um crescimento saudável e eficaz.
João da Barra diz não haver crença mais sublime do que aquela que nos remete à certeza do amor.
Belo Horizonte, 10 fevereiro 2010