Na crise eis que a verdade vem à tona dos fatos
OU SEJA...
Existe uma crise mundial é o que dizem por aí. Mas, que crise é esta? Aí surgem explicações das mais diversas porque cada um sente vive e convive com a crise de uma maneira.
Para mim a crise aparece no número de comentários referentes às publicações no Cadinho que reduziram e muito. As causas podem ser várias, relacionadas à crise mundial ou não. Pessoas que passaram a navegar menos porque já não podem estar diante do computador como antes, Necessidade de agir por outras rotas, seja por perda de emprego ou por maior rigor imposto à vida. Desalento que então remete algumas pessoas a estado de solidão. E por aí poderemos chegar a inúmeras conclusões, ou hipóteses.
No meu caso, a crise, de uma certa maneira, chega a ser até oportuna, posto que estou fora do mercado e por isso sem ganhar dinheiro. Se não ganho não perco. E numa situação de crise surgem mudanças capazes de feitos até expressivos. Espécie de momento em que a verdade cobra competência do mentiroso que sempre diz não ser nada tão sério assim até por não ser a seriedade própria de quem mente.
Existe sim uma crise que para alguns acabou, para outros nem começou e para quem insiste em ludibriar é o que é mas não é, ou seja, ou seja, ou seja...
Belo Horizonte, 13 maio 2009
O NOME DO HOMEM
Para início de conversa quero dizer que o Sílvio não chama-se Sílvio. Nome do gajo é outro. De tanto pessoal chama-lo de Sílvio, ficou impressão ser esse o nome do homem. Mas não é. Pode até pensar que é, mas continuará não sendo esse o seu nome. E por mais que você insista em não querer considerar Sílvio espécie de apelido, eis que afirmo poder até ser sim um apelido, mas que o nome dele não é esse, isso não é mesmo.
Quem passou pra mim informação foi o Juninho. Alexia confirmou e o próprio Sílvio, que não é Sílvio, certificou. O que também não adiantou muito, porque todo mundo continuou continua chamando-o de Sílvio. E quando você esquecer nome dele e quiser que alguém lhe diga, muito provavelmente dirão que ele é o Sílvio, que não é. Mesmo assim, ele leva todo jeito daquele filho de Enéas e Lavínia, que passou a chamar-se Sílvio por ter nascido no bosque.
Vou ao Bar Mercado Central e lá encontro-me com a Silvana, nome que vem do latim e que significa deusa do bosque. Peço que ela diga-me com toda precisão, verdadeiro nome do Sílvio. Ela imediatamente diz com todas as letras ser Sívory, nome do nosso competente comandante do Bar Mercado Central.
Belo Horizonte, 27 julho 2005