Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

domingo, 19 de abril de 2020

DEGRADAÇÃO

DEGRADAÇÃO
     Fico um tanto impressionado ao perceber tanta gente exaltando período de mudanças fenomenais por ocasião de um vírus chinês muito mais falsificado do que aparenta ser. Meu espanto deve-se ao fato de que mudanças, em qualquer ser vivo, acontecem sempre, o tempo todo, a cada instante que passa independente da nossa vontade, propósito ou intenção. Não é e nem será um vírus chinês montado por campanhas sensacionalistas que trará contribuição tão substancial às nossas vidas, posto estar a farsa muito mais aliada à degradação do que à construção do que quer que seja.
     Até quando seremos forçados a testemunhar a alienação de tanta gente que não consegue perceber o óbvio?

Belo Horizonte, 19 abril 2020
DIÁRIO
      Tem dia que a gente acorda cedo para trabalhar.
     Tem dia que a gente acorda tarde para descansar.
     Tem dia feito para complicar, tem dia feito para facilitar as coisas todas.
     Amanhece em Campos, Estado do Rio de Janeiro ensolarado e realçado pelo som da Hellowebradio. Hora de nascer de novo, hora de estar no mundo acordado de novo.
     O mundo dorme?
     Adormecemos e acordamos a Hellowebradio que, de fato, não dorme nunca por estar sempre acordada.
     Campos dorme?
     Quando dormimos é que fazemos com que tudo adormeça em nós.

Belo Horizonte, 22 março 2017

Um comentário:

" R y k @ r d o " disse...

Dizem que foi na China que "nasceu" o covid-19 para matar o mundo. Decerto que a intenção - se é que foi criado pelo ser humano - mas sim com a intenção de se estudar. Correu mal, certamente.
A verdade, na minha opinião, é que está a fazer sofrer a humanidade. E a pergunta que fica é: Até quando esta afastamento social, o confinamento, a quarentena, que está a dividir famílias, a "matar" emprego, a contribuir para o desemprego, divórcios, entre outras coisas análogas

A fim de o poder seguir gravei o link na barra lateral do pensamentos

Cumprimentos poéticos