Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

domingo, 25 de setembro de 2011

DO QUE PODEMOS FAZER

Quando viajamos, arejamos nosso horizonte

DO QUE PODEMOS FAZER

Em cada viagem mundo de ideias e sugestões que surgem na intenção propósito de desvendar, desbravar o potencial humano. Somos seres em constante aprendizado que se dá sobretudo pelo convívio entre lugares e situações diversas.

É por força dos caminhos que percorremos que descobrimos formas e feições, recursos e reparos a nos induzirem para o que também podemos fazer vida afora.

Juiz de Fora, 25 setembro 2011

UM BURACO

Um buraco pode ser quadrado ou retangular. Um buraco pode ser redondo ou oval. Um buraco pode ser disforme, desprezar geometria e profundidade. Aliás, um buraco sugere liberdade.

Um buraco propõe passagem. Na arquitetura pode ser achado genial. Na pintura pode criar desenho na camiseta e mundo de sugestões. Na rua é sinal de descaso. Mas quando projetado pode ser providencial.

Um buraco pode mexer muito com a vida da gente. Um simples buraco pode induzir a pensamentos extravagantes, eróticos, pudicos ou descarados. Nas cartas do baralho, buraco é jogo, nos sonhos delírios e na realidade buraco pode ser a definitiva perdição.

Belo Horizonte, 13 fevereiro 2009

4 comentários:

Mônica disse...

Cadinho
Eu adoro viajar, principalmente pras casas de meus tios.
E estes dias li um livro sobre a vida de um home que mudou para um buraco.
Vou dar uma olhada na minha lista de livros lidos pra ver o nome depois te conto.
com carinho Monica

Fernanda disse...

Muito prazer!

Tenho um sorriso de orelha a orelha ^_^

Em Portugal buraco pode der tudo isso, sem dúvida, mas ultimamente virou "cratera". O termo anda de boca em boca e é falado em todos os telejornais e meios de imprensa.
O BURACO é o maior rombo... perdão ROUBO, nas finanças do estado.
Portugal e especialmente a Madeira, só precisam que alguém retire a rolha para desaparecer do mapa mundial.

Do que podemos fazer, o POVO, nada mais.
Nem mais exprimido vai lá.

Beijinho amigo e bem vindo à casa do rau.

VeraBruxa disse...

Olá!
Boas palavras tuas. Não viajo tanto quanto eu gostaria, mas os lugares que tenho visitado preenchem buracos em minha vida. Conviver com pessoas de diferentes meios, imprimir em meu cérebro paisagens lindas, e me deixar levar pelo prazer de estar sempre aprendendo, é fomento para vida.
Abraço.

Renata Diniz disse...

Sensacional. Tem razão tanto no primeiro quanto no segundo texto. Abraços!