Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

AMEAÇA

Insisto no silencio de São João da Barra por considerá-lo totalmente inoportuno

AMEAÇA

O poder é algo que experimenta sempre a pessoa que passa a ostentá-lo. Não são poucas as provocações do poder, não são poucas as ilusões oriundas do poder. E isso significa que o poder não existe pra quem simplesmente quer usufruir dele, mas para quem pode.

João da Barra diz isso exatamente quando demonstra seu incômodo pelo enorme silencio de São João da Barra – SJDB quanto ao vazamento de óleo no mar próximo bem próximo das suas praias. Nenhum gesto de preocupação, nenhuma atitude de tristeza, nenhum aceno de interesse em querer saber da dimensão e consequências de acidente que é grave sim.

SJDB parece município mais preocupado com festas e politicagem barata com dinheiro público, brincadeira que no mais das vezes acaba cara caríssima pra população. Enquanto isso, grande é a mobilização em Brasília para que SJDB e municípios produtores de petróleo percam valor considerável das suas rendas, via royalties.

O poder quando mal utilizado arruína lugares inteiros.

Belo Horizonte, 30 novembro 2011

PROPAGAÇÃO

Recebo notícia de que os Folhetos Cadinho RoCo chegam ao interior do Rio Grande do Sul. Evidente estar a façanha relacionada ao apoio do Conjunto Som 3 & Cia radicado em Porto Alegre.

Sei que os Folhetos Cadinho RoCo também chegam ao interior das Minas Gerais mas quero porque preciso de mais ação do meu Estado de origem. No entanto, não poupo satisfação em sentir que a Banda Tattoo, que vem lá de Juiz de Fora, chega por intermédio dos Folhetos ao Rio Grande do Sul. E em situação semelhante o Conjunto Musical Som 3 & Cia, que vem lá de Porto Alegre, chega a Minas Gerais por intermédio dos Folhetos. Esta é a grande flexibilidade oferecida pelos Folhetos Cadinho RoCo capaz de, com a participação dos apoiadores, avançar sempre e cada vez mais ao encontro de situações pra lá de saudáveis.

Belo Horizonte, 06 julho 2009

terça-feira, 29 de novembro de 2011

DO QUE É

No plano mágico tempo e distância são elementos pra lá de questionáveis

DO QUE É

João da Barra admira prudência do Caboclim do Camanducaia, o Cacá, que por sua vez respeita em muito a espiritualidade do praiano João da Barra. Um vivendo no alto da montanha, outro na beira do mar. Nos dois a força da magia que não distingue distância e nem tempo como nós que, de uma certa maneira, ficamos atrelados ao tempo e distância dos nossos propósitos e sonhos.

O sonho, por sua vez, pode e num certo sentido é sim o ensaio da realidade que vivemos estamos nela.

Sonhar qualquer um de nós sonha e isso pra João da Barra quer dizer que pra nós, tempo e distância acontecem em nossas vidas tal como queremos que aconteça.

Para resumir, João da Barra diz entende que tempo, distância, sonho e realidade são elementos que necessitam da nossa interpretação para que sejam o que passam a ser em nossas vidas.

Belo Horizonte, 29 novembro 2011

PRA LÁ DE PERDIDO

Da primeira vez que ouvi fiquei confuso não entendi bem. Mas agora que volto a ouvir relato semelhante fico horrorizado, ainda que não devesse diante de tudo que está posto em nosso cotidiano.

O Banco do Brasil convoca a presença física de senhora com quase 85 anos de idade para atualização do seu cadastro. Um absurdo completo diante do evidente risco existente em tal convocação, seja pela segurança que já não existe nos grandes centros deste País, seja pela arrogância de uma entidade financeira que parece totalmente alheia aos recursos hoje existentes para que tal convocação seja simplesmente dispensável, para não dizer abolida do expediente de tal empresa.

É lamentável que um Banco do Brasil aja de maneira tão mesquinha e tão desrespeitosa para com pessoas que por força da idade fazem por merecer tratamento que as dignifique em todos os sentidos.

O nosso Brasil está mesmo é pra lá de perdido.

Belo Horizonte, 26 julho 2009

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

REFLEXÕES

Sinais, sinais e mais sinais

REFLEXÕES

Não tranque a porteira sem depois ter como destrancá-la. E para trancar destrancar porteira, não basta ter chave quando então percebe-se a necessidade de ter o jeito pra usar a chave que nunca emperra pela delicadeza e sim pela brutalidade de quem não sabe como usá-la.

A porteira, quando trancada pelo cadeado que emperra a chave ensina mostra que quando obstruímos o caminho, o que fazemos é, no mínimo, dificultar nossa trajetória.

Caboclim do Camanducaia com este discurso mostra haver em tudo a magia do saber a propor e oferecer motivos para reflexões infindas.

Belo Horizonte, 28 novembro 2011

EU ESCRITOR

Este texto foi criado para ser publicado

por ocasião do aniversário do Blog http://frasesdosol.blogspot.com

assinado pela Carol Pinheiro.

Sei que não nasci escrevendo.

Sei que nasci para escrever, se é que sei alguma coisa. O que faço então é escrever porque é assim que a vida se manifesta em meu viver.

Para mim, escrever é ato diário e para escrever o que escrevo tenho de conviver com a necessidade de escrever até o que não escrevo. É aí que para simplificar a situação complica, porque no âmago a chama da liberdade está sempre acesa e por isso inspirando sempre, porque sem inspirar fogo apaga.

Em outras palavras, para escrever é preciso viver. Agora, dizer como isso acontece é divagar em hipóteses posto não haver elemento que identifique o que de fato segue em constante busca de identidade. Então escrever pode ser o fim que ao invés de finalizar insiste em sempre querer encontrar finalidade para o tal fogo que, enquanto aceso, liberta.

Por isso é que para o eu escritor, escrever é ato tão indefinido quanto o infinito que só pra incomodar é a própria antítese do fim.

Belo Horizonte, 02 julho 2009

domingo, 27 de novembro de 2011

CINCO ANOS

Minha gratidão a todas as pessoas que passaram e passam por aqui, que a Santíssima Trindade nos abençoe sempre

CINCO ANOS

Hoje aniversário do Blog Cadinho RoCo, dia de Nossa Senhora das Graças.

Que pela força da graça de Deus possamos alcançar o que buscamos em favor do nosso crescimento. Que pelo amor sejamos plenos na graça de Deus e que por intercessão de Nossa Senhora das Graças obtenhamos tudo que pretendemos em nome do Pai, Filho, Espírito Santo, amém.

Belo Horizonte, 27 novembro 2011

DISTINÇÃO

Lógico que qualquer um de nós acorda a cada dia que passa, impulsionado por algum interesse seja ele qual for. Somos marcados por vontades e necessidades e não há motivo para se espantar ou repudiar isso. O interesse é parte da nossa natureza. Mas o duro é quando deparamos com pessoas que se transformam em reféns dos próprios impulsos.

Uma coisa é assumir consciência do que nos interessa, outra é simplesmente ser pessoa interesseira, porque daí surge a flor do egoísmo cujo fruto abriga o sumo do veneno que age em nós pelo expediente da mesquinhez que por sua vez promove o isolamento do ser então possuído pela intolerância que faz dele alguém intolerável.

Aquele que quer o mundo só pra si termina por não conseguir sequer a obtenção do seu próprio viver.

Belo Horizonte, 10 junho 2009

sábado, 26 de novembro de 2011

DO QUE VEM

Negócio fechado tem de ser bom pra todo mundo

DO QUE VEM

Comungo com João da Barra sentimento de angustia pelo que sinto sentimos por São João da Barra – SJDB que parece mesmo já em processo de extinção.

João da Barra, no entanto, defende a tese de que por força da magia, Grussaí sobreviverá a transformações tão severas, de maneira sóbria e plena, até por força dos elementos que vão muito além daquilo que hoje mostra ser o comportamento do sanjoanense que certamente não sobreviverá ao que está por vir, pra não dizer do que já vem vindo.

Belo Horizonte, 26 novembro 2011

NEGOCIANDO

Negociar é muito bom. Fazia tempo que eu não via o Geraldo que quando soube estar o Jairinho intermediando camisetas que pinto tratou logo de encomendar uma. Porque é assim que age o amigo, é assim que estimulamos o fazer de quem gostamos. É assim que penso e vou a Juiz de Fora, porque preciso quero ir a Juiz de Fora. De lá o que busco não é exatamente a venda de camisetas, mas o patrocínio para os Folhetos Cadinho RoCo que hoje são distribuídos por lá, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e por onde passo.

Belo Horizonte, 23 julho 2009