Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

terça-feira, 28 de maio de 2013

DOCES CASEIROS

Série Cadinho de Prosa dos Folhetos Cadinho RoCo
DOCES CASEIROS

     Pensei em vender doces caseiros. Mas depois percebi que o que escrevo não se transforma em doces caseiros. Ao além do raciocínio peguei-me na necessidade de vender o que escrevo. Mas se não tenho tanta freguesia pra comprar o que escrevo como pensar numa freguesia pra doces caseiros?

     Parei de pensar nisso porque resolvi pedir a Deus que dê luz ao meu caminho, posto sentir que em meu vagar há certa confusão a colocar-me na pretensão de vender doces caseiros. Daí, concluí que não pensei em vender doces caseiros, mas criar prosa pra vender porque tenho necessidade de obter remuneração do meu trabalho, que é inclusive escrever dessa minha intenção em vender doces caseiros pra ganhar o meu dinheiro.

     Foi aí que saí e saio pelo mundo oferecendo Cadinho de Prosa dos Folhetos Cadinho RoCo. Quem quer comprar?
Belo Horizonte, 28 maio 2013
O NOME
     Penso em como dizer, que descobri o nome daquela moça. Ao invés de pensar, digo que descobri. Cheguei mesmo a imaginar o seu nome, perdido entre tantas tentativas. Na dúvida, fiquei sem ter como acertar.
     Encontrei-a pela manhã. Tivemos uma conversa alegre e reveladora. Alegre, por estarmos alegres. Reveladora, por eu ter tido, finalmente, acesso ao seu nome. Agora, posso afirmar não ser ela a Helena, nem a Maria Helena e nem a Madalena. E digo mais. O seu nome não é Patrícia.

Belo Horizonte, 19 novembro 2000

3 comentários:

Clau disse...

Olá Cadinho :)
Grata pela visita.
Gostei do seu blog!
Parabéns pelos textos criativos e
dinâmicos.
Um abraço!

Centelha Luminosa disse...

OLá Cadinho!!

Doces caseiros tem uma certa poesia, Cadinho. Desde a colheita do fruto ao manuseio do mesmo, foi necessário o fogo da paixão em desejá-lo na boca, ao final...Teu texto, tem o doce dos doces caseiros que fervem em teu interior. Gostei!

Beijos da Lu...
http://sementespoeticas.blogspot.com

ONG ALERTA disse...

Vender palavras, abraço Lisette