Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

DINHEIRO

Conjuntos de Painéis Cadinho RoCo, óleo sobre tela, ótimo presente pra quem gosta de arte
DINHEIRO
     Todo e qualquer profissional necessita de reconhecimento financeiro que possa dignificar e valorizar o seu trabalho. Sem o dinheiro não é possível fazer absolutamente nada e não adianta querer insistir na conversa de que dinheiro não é tudo na vida porque sem ele a vida não consegue viver no contexto social que estamos nele.
     Na realidade até mesmo a opção pelo simples gera custo e sobreviver é o mesmo que contrair gastos, consumo, produtos que precisam ser adquiridos, pagos com o tal do dinheiro. Não há como escapar disso em meio ao dito mundo civilizado.
     O assunto dinheiro é causa de muita divergência exatamente porque sem ele não há argumento que encontre respaldo, ou que ao menos seja levado a sério. O dinheiro hoje é sim instrumento de libertação, afirmação e de conclusão a mostrar que sem ele somos nada, somos ninguém.
Belo Horizonte, 22 novembro 2013
ENCONTRO ABENÇOADO
     Comungamos, se é que já não estávamos comungados pelo acaso. O sabor de sua presença ao meu lado, tinha sim a sensação de mais que simples acontecimento.
     Um encontro abençoado. Um silencio completado pela prece a sublimar todo e qualquer diálogo. Das poucas palavras que trocamos, a insinuação de um depois agora tão misterioso. Sua imagem surgindo da mais viva flor, aparece neste jardim de insinuações tão vastas. Tudo tão intenso meu Deus.
     Do escuro da noite, ela luz vem iluminar meu sonho. Nosso sonho a transitar por esse universo que insiste em, do afastamento, buscar o pleno sentido da aproximação.
     Comungamos. Qual o significado de tudo isso?
Santa Luzia, 17 agosto 2002


Um comentário:

Célia Rangel disse...

É meu caro Cadinho... quando ficamos sem o bendito dinheiro... a vida escapa por entre os dedos das mãos... A existência do mesmo é para avaliarmos o quanto sabemos conviver na medida certa das nossas necessidades. Um enfoque ecomonista!
Abraço.