Cadinho RoCo – Jeito outro de ler e pintar a vida.

Estréia oficial do Blog – 27 novembro 2006

quarta-feira, 20 de abril de 2016

LIMITES



LIMITES
     O poder quando sobe à cabeça costuma gerar sérios transtornos. O que parece simples fica complicado porque quando nos tornamos reféns do poder perdemos o controle sobre ele.
    Não é simples querer comandar o poder perdido do nosso comando.
    No mais das vezes, quando nos damos conta de que não somos o que imaginávamos ser, eis que passamos a perceber limites antes ignorados por nós mesmos.
Belo Horizonte, 20 abril 2016
SOU QUEM SOU
     Vivo o que na verdade já acontece em mim. Desfruto do encontro que na verdade já frutificou em mim. Convivo com a realidade que na verdade já está em meu presente.
     Na certeza da fé não abro espaço para a dúvida que é justo aquilo que puxa para o retrocesso dos acontecimentos. O mar puxa o corpo para o reboliço de suas águas, como quem atrai para si o encanto de algum encontro. É parte da natureza buscar, atrair, absorver o corpo em cujo viver habita a aceitação e a recusa.
     Vivo o que alimento e o que alimenta o meu ser. Razão pela qual convivo com a entrega e com a recusa do que faz em mim quem sou.
Belo Horizonte, 29 maio 2010

3 comentários:

Ana Bailune disse...

O poder é como um macaquinho que, quando a gente o pega, fica tentando subir e sentar na nossa cabeça o tempo todo. É preciso domá-lo.

Berço do Mundo disse...

Olá Cadinho. Vim retribuir a sua amável visita e conhecer o seu cantinho.
Se entendi bem, você passa para o papel as suas reflexões e distribui na rua, pelos transeuntes? Como é que as pessoas o recebem?
Abraço
Ruthia d'O Berço do Mundo

Mariangela do lago vieira disse...

Oi cadinho que ótima reflexão. Você escreve maravilhosamente bem.
E feliz daquele que vive a certeza da fé!
Um grande abraço e obrigado!
Mariangela