PLENITUDE
PLENITUDE
Prefiro a brisa da solidão
Do que o vendaval da confusão,
O caminhar macio pelo chão
Do que o voo alucinado da aflição.
O mar
Em seu constante ondular
Parece mostrar
Sentido outro ao respirar.
Necessidades artificiais
Conversas banais
Festas colossais.
Na penumbra da quietude
Carinho toma atitude
Vida em plenitude.
Belo Horizonte,
04 outubro 2019
PROSA SINCERA
Não faço a menor questão de esconder enorme preguiça que tenho desse tal
de mercado. Da mesma maneira que não valorizo o processo de pasteurização do
ser humano que pra mim faz por merecer muito mais respeito do que tem merecido
por aí.
Penso ser por isso e por aí é que o que escrevo atinge as pessoas, bem
como o que crio em painéis que assino, óleo sobre telas.
Não faço parte do lugar comum e nem tão pouco disponho de ânimo para ser
um a mais em meio ao que percebo estar por aí exposto a uma insistência tão
idiota quanto banal.
Valorizo o amor em toda sua dimensão, para mim infinita, enquanto que
deprecio questionamentos que não me levam a nada, a lugar nenhum.
Belo Horizonte, 14 agosto
2013
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